Cantarolar, ainda que, às vezes, não se perceba metade do que estou para ali a dizer, as mais diversas musiquinhas que vou aprendendo na escola e à custa do Canal Panda, desde a música da “Galinha Patareca” à música de aprendizagem das cores, passando pelas inevitáveis “Atirei o Pau ao Gato” e “Joana Come a Pápa”.
Normalmente, enquanto canto, vou dando uns passinhos de dança, que se tornam em verdadeiras coreografias quando me planto em frente à aparelhagem ou à televisão durante aqueles momentos em que os papás vão ouvindo as músicas dos adultos, tipo Guns n’Roses, Metallica, Pink Floyd, Corrs ou, até mesmo, aquelas músicas tipo bum bum bum, típicas, segundo diz o papá, das discotecas.
O problema é quando começo a dar voltas a mais e caio, redonda, no chão, completamente tonta.
A Cria