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16 fevereiro 2010

Coisas de 2009

Se bem se lembram, os papás – especialmente o papá – adoram dar umas voltinhas nos popós pequeninos.

Mais uma vez, algures em Setembro do ano passado, o papá participou numa daquelas provas mais longas e algo mediáticas, organizada pela APCE, e, claro está, contou com a minha companhia e da mamã.

O apoio familiar antes da prova

De referir que a equipa do papá estava a fazer uma excelente prova, já que andaram durante bastante tempo entre os três primeiros lugares, até um dos pilotos, por sinal até com bastante experiência, cometeu o grave erro de não entrar para as boxes na altura devida, o que motivou uma penalização que atirou a equipa para o sexto lugar final.


O papá em agarrado ao volante

De referir, ainda, que, pelo ar bem disposto, não parecia nada mas o papá estava furioso!


A minha preparação para poder ir correr com o papá


O papá quase no fim da prova
A Cria

09 outubro 2009

De volta aos popós pequeninos

Num fim-de-semana não muito longínquo, o papá participou em mais uma prova de popós pequeninos e, por ser uma prova com uma certa importância, a mamã e eu acompanhámos o papá, numa de apoio à equipa e de confraternização com mais mamãs e muitas crianças que também lá estavam.

A prova do papá até estava a correr bem… Estava, até que um dos pilotos da equipa se esqueceu de sair, a tempo e horas, para as boxes e a equipa foi penalizada em um minuto, descendo, de imediato, do terceiro lugar para o sexto.

Palermices de adultos, digo eu…

Claro está que, enquanto o papá suava as estopinhas, eu estava muito entretida a treinar os meus dotes de condução nuns popós eléctricos, ainda mais pequeninos, numa pista especial para crianças.


Foram umas horas muito divertidas, antes da cerimónia do pódio e, claro está, da minha fotografia da praxe num popó um bocadinho maior, e antes de aproveitarmos o resto da tarde para fazer umas compras nas lojas do Campera.

A Cria

24 abril 2009

Campeonato dos Popós Pequeninos

Amanhã vamos levantar cedinho e rumar a Évora, para a primeira prova do campeonato de popós pequeninos em que o papá vai correr.

Confesso que já estou um bocadinho impaciente e, claro está, já estive a ajudar o papá a preparar todo o material necessário…

Primeiro, porque, como sabem, gosto daquela azáfama das corridas.

Segundo, porque vou rever os colegas do papá, meus amigos dos popós pequeninos.

Terceiro, porque não voltamos logo para casinha e ficamos lá de fim-de-semana.

A Cria

07 março 2009

Mais uma prova

Amanhã, o papá vai para mais uma prova nos popós pequeninos e, por ser muito cedo, a mamã e eu vamos ficar na ronha.

Como é costume, o papá começa a preparar as coisas na véspera, para poder dormir mais uns minutos e para ter a certeza que, no meio da pressa, não se esquece de nada, e eu aproveitei a deixa para ensaiar um pouco do ritual que envolve esta coisa dos apetrechos para guiar um popó pequenino…

Como o equipamento da mamã estava no mesmo saco que o do papá, decidi dar uma ajudinha nas arrumações, não sem antes ver se ainda falta muito para que as luvas da mamã e a carapuça me sirvam na perfeição…

A Cria

12 fevereiro 2009

Gorro ou balaclava?

Pois… Balaclava. Que raio de palavrão que não lembra a ninguém.

A mamã passou numa loja e, apesar de já não estar o frio que se fez sentir recentemente, comprou-me um gorro azul muito bonito, sóbrio, muito quentinho e com um formato que me fez, imediatamente, lembrar uma coisa que os papás usam quando vão andar nos popós pequeninos…

A tal da balaclava, que é uma espécie de gorro que os papás enfiam na carola antes do capacete, para proteger e porque é mais asseado, nomeadamente por causa da transpiração.

A semelhança, aparte do quentinho, é tal, que, quando os papás me puseram o gorro, perguntei logo se era para os popós pequeninos da Joana…

A Cria

09 dezembro 2008

À chuva é que está a dar

Este fim-de-semana o papá foi para outra contenda de popós pequeninos, enquanto a mamã e eu ficámos, quentinhas, na caminha.

Quando o papá chegou a casa, todo sujo e, ainda, meio molhado, ficámos a saber que o papá e o Jorge conseguiram o terceiro lugar, numa prova quase sempre disputada debaixo de chuva e com lugar a algumas escorregadelas, minimamente controladas, e uns piões que não estavam no programa das festas, graças, especialmente, à teimosia do papá em querer manter as trajectórias normais, como se o piso estivesse seco.


A Cria

25 novembro 2008

A mamã vedeta

Pedi à minha amiga Xana para filmar um bocadinho daquela prova de popós pequeninos, há uns fins-de-semana atrás, onde os papás correram.

Desta vez, tocou à mamã ser a vedeta e lá vai ela atrás, e a aproximar-se a cada curva que passava, dum totó de capacete encarnado.

Só é pena que a mamã, quando chegava ao fim da recta da meta, começava a olhar para trás para ver se vinha alguém atrás dela que a impedisse de fazer a curva seguinte em condições…


A Cria

14 novembro 2008

Os popós pequeninos

No fim-de-semana passado, como bem se lembram, acompanhei os papás em mais uma prova dos popós pequeninos e, finalmente, já tenho as fotografias prometidas.

A mamã a receber as últimas instruções do papá e do Pedro, antes de entrar para a pista.

A mamã a acelerar no popó pequenino.

O papá em pista.

O trabalho de equipa durante a troca de pilotos.

A mamã em amena troca de impressões com outra piloto.

Já estou com o bichinho… Só falta chegar aos pedais e posso fazer equipa com os papás!

A Cria

10 novembro 2008

Fim-de-semana em cheio – As responsabilidades da mamã

Ontem foi um dia em cheio.

Acordámos cedinho e, depois dos banhos, começou a azáfama, à qual já me habituei, dos popós pequeninos, mais conhecidos, no vocabulário dos adultos, por karts.

Ainda que já soubesse, porque os papás já me tinham dito, fiquei um bocado pensativa quando, além do papá, também a mamã me apareceu pela frente com fato de competição, botas e uma panóplia de outros preparativos.

Depois habituei-me à ideia e acho que a mamã fica linda com aquele traje dos popós pequeninos.

A prova dos papás, em Palmela, é que não correu lá muito bem, porque a mamã, talvez por sentir o peso da responsabilidade de ser mãe, estava receosa com as batidelas, os despistes e outras situações mais complicadas, e andou muito abaixo do que seria de esperar, tendo em conta, segundo o papá, os tempos que a mamã já tinha feito naquela pista há uns anos atrás.

Quanto a mim, e porque, desta vez, não havia condições para que os acompanhantes pudessem acompanhar a corrida desde as boxes, vi as primeiras voltas da mamã, perdi a conta quando o papá entrou em pista e passei o resto do tempo a brincar com o Tomás – um giraço de olhos azuis – e com a Joana, uma bebé mais bebé que eu, ambos filhos de colegas do papá.

Depois da corrida, ainda tivemos tempo de ir até à boxes e tirar umas fotos, sentados ao volante dos popós pequeninos, antes de seguirmos para o almoço.

A Cria

28 setembro 2008

Um fim-de-semana especial

Ontem foi um dia muito preenchido, quer para mim quer para os papás, que nos deixou algo arrasados.

Fiquei admirada por nos termos levantado tão cedo, como se de um dia de trabalho se tratasse, e depois da correria da manhã, parecia que íamos de viagem, com dois sacos atrás de nós…

Mais admirada fiquei quando reparei na vestimenta que o papá levava vestida, e que eu nunca tinha visto.

Uma indumentária esquisita, com umas costuras, em quadrados, ao longo das pernas, com o tronco e os braços enrolados à cintura, como se fosse um “pullover”, e umas botas que pareciam uns ténis mas que não são bem uns ténis.

Depois de dormir durante toda a viagem, acordei e percebi, finalmente, o que se passava, já que estava mais uma data de gente com umas fatiotas parecidas à do papá e uns carrinhos pequeninos, muito ruidosos e engraçados, numa estrada pequenina.

O papá mostrou-me os popós e explicou-me que a fatiota, mais umas luvas e um capacete eram necessários para participar numa prova de karts.

Foram duas horas e meia bem passadas, no meio daquela azáfama, cheia de curiosidade e a acenar ao papá, cada vez que ele passava na recta da meta.

No final, a equipa do papá, que estava em sexto a três voltas do fim, ficou em oitavo lugar já que o papá, segundo as suas palavras, já não aguentava com uma gata pelo rabo e perdeu completamente o ritmo nas voltas finais.

Depois da cerimónia da entrega dos prémios, na qual também participei e ganhei a minha primeira medalha, fomos almoçar com o “Ócas” e com a Xana restaurante ali perto e voltámos ao Campera, o sítio onde tinha sido a prova dos carrinhos, onde a mamã aproveitou para fazer umas compras, enquanto eu e o papá dormimos, no popó, uma sestinha de meia hora.


Depois fomos ter com a mamã e continuamos com as compras até começar a chover.

Nada de especial, excepto que a carga de água que desabou, em gotas bem grossas, vinha acompanhada duma violenta trovoada que parecia que estava mesmo ali em cima de nós.

Nada de especial, a não ser que apanhei a minha primeira molha, a correr dum lado para o outro às cavalitas do desgraçado do papá, que já estava cheio de dores por causa dos karts, e parecia que tínhamos saído do duche.

Depois de mudar de roupa, voltámos, calmamente, para casinha e só nos apeteceu petiscar uns acepipes antes de irmos todos para a caminha, vencidos pelo cansaço dum dia diferente.

Hoje, Domingo, passámos um dia tranquilo, em família, e deixo um beijinho muito especial para os papás por mais um mês de casados.

A Cria