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14 agosto 2009
18 junho 2009
Grande dia de praia
O papá também já começou a gozar uns dias de descanso e hoje não fui à escolinha e passei o dia na praia com os papás.
Um dia excelente, com muita correria, muitos banhos – porque nem havia muitas ondinhas – e muita brincadeira com outras crianças que estavam na praia.
E, desta vez, bati o recorde… Ainda não tínhamos saído do parque de estacionamento da praia e já estava ferrada a dormir.
A Cria
Um dia excelente, com muita correria, muitos banhos – porque nem havia muitas ondinhas – e muita brincadeira com outras crianças que estavam na praia.
E, desta vez, bati o recorde… Ainda não tínhamos saído do parque de estacionamento da praia e já estava ferrada a dormir.
A Cria
11 junho 2009
Odisseia na areia
Os dois feriados, mais uns dias de férias que os papás meteram, vão-nos permitir uns dias de descanso, longe da azáfama do dia-a-dia.
Depois dum primeiro dia em que o tempo não ajudou, e que aproveitámos para fazer umas limpezas e descansar, arrochadinhos no sofá, hoje fomos até à praia.
Uma verdadeira odisseia para os papás, em especial para a mamã, que não gostam nada das confusões de gente mal-educada que não tem mais nada para fazer senão abancar em cima de quem já está na praia.
Falta de bom senso, diz o papá.
Eu nem liguei a nada, de tão atarefada que estava a brincar junto à água, que estava cheia de ondas grandes e que levou o meu balde…
Uma verdadeira odisseia foi pelo que o papá passou para recuperar o meu baldinho…
A Cria
Depois dum primeiro dia em que o tempo não ajudou, e que aproveitámos para fazer umas limpezas e descansar, arrochadinhos no sofá, hoje fomos até à praia.
Uma verdadeira odisseia para os papás, em especial para a mamã, que não gostam nada das confusões de gente mal-educada que não tem mais nada para fazer senão abancar em cima de quem já está na praia.
Falta de bom senso, diz o papá.
Eu nem liguei a nada, de tão atarefada que estava a brincar junto à água, que estava cheia de ondas grandes e que levou o meu balde…
Uma verdadeira odisseia foi pelo que o papá passou para recuperar o meu baldinho…
A Cria
09 junho 2009
Mini férias
A mamã já começou, eu estou por horas e o papá ainda tem que esperar até ao fim da tarde.
Cinco dias de sossego, em família.
Depois, a mamã e eu continuamos sossegadinhas, o papá faz um interregno de 3 dias e mais uns dias de férias.
Catita!
A Cria
Cinco dias de sossego, em família.
Depois, a mamã e eu continuamos sossegadinhas, o papá faz um interregno de 3 dias e mais uns dias de férias.
Catita!
A Cria
01 junho 2009
Peniche
Aproveitando mais uma prova dos popós pequeninos, desta vez no Bombarral e que não correu nada bem ao papá, que desistiu a meio da corrida, fomos passar o fim-de-semana em Peniche.
Ficámos num hotel muito simpático, o Hotel Praia Norte, que aconselho vivamente, já que tem tudo o que nós, crianças, precisamos para passar bons momentos, como piscina interior aquecida, uma piscina pequenina a fazer muitas bolhinhas, piscina exterior para crianças, escorrega, baloiços e um pequeno almoço simplesmente divinal.
No Sábado aproveitámos para dar uma voltinha pela simpática vila, enquanto procurávamos uma tasquinha para jantar.
Acabámos por comer uma belíssima caldeirada, muito bem servida, num simpático restaurante chamado “A Sardinha” e que também recomendo.
Depois duma noite bem dormida, a partir do momento em que o papá descobriu como é que o raio do ar condicionado funcionava, e do tal pequeno almoço de lamber as beiçolas, ainda tive tempo de desfrutar da piscina pequenina antes de seguirmos para a Praia da Consolação, que fica a cerca de quatro quilómetros de Peniche e onde passei a tarde a correr, a tomar uns belos banhos e a brincar com a areia e com as minhas pás.
Depois, foi voltar a Peniche para um petisco e adormecer ferrada no caminho de regresso a casinha.
Mesmo sem popós pequeninos, é, sem dúvida, um fim-de-semana a repetir.
A Cria
Ficámos num hotel muito simpático, o Hotel Praia Norte, que aconselho vivamente, já que tem tudo o que nós, crianças, precisamos para passar bons momentos, como piscina interior aquecida, uma piscina pequenina a fazer muitas bolhinhas, piscina exterior para crianças, escorrega, baloiços e um pequeno almoço simplesmente divinal.
No Sábado aproveitámos para dar uma voltinha pela simpática vila, enquanto procurávamos uma tasquinha para jantar.
Acabámos por comer uma belíssima caldeirada, muito bem servida, num simpático restaurante chamado “A Sardinha” e que também recomendo.
Depois duma noite bem dormida, a partir do momento em que o papá descobriu como é que o raio do ar condicionado funcionava, e do tal pequeno almoço de lamber as beiçolas, ainda tive tempo de desfrutar da piscina pequenina antes de seguirmos para a Praia da Consolação, que fica a cerca de quatro quilómetros de Peniche e onde passei a tarde a correr, a tomar uns belos banhos e a brincar com a areia e com as minhas pás.
Depois, foi voltar a Peniche para um petisco e adormecer ferrada no caminho de regresso a casinha.
Mesmo sem popós pequeninos, é, sem dúvida, um fim-de-semana a repetir.
A Cria
08 setembro 2008
As nossas férias - 03
O Sábado em que a priminha Isabel e os papás dela vieram almoçar connosco serviu para o papá recuperar dum certo mal estar das costas – leia-se dores – por causa das passeatas diárias até à praia, já que, especialmente ao fim do dia, eu pedia sempre ajuda ao papá – leia-se cavalitas – para chegar ao popó.
Para quem conhece, a priminha está grande, ainda que só esteja na fase do gatinhar e ainda não dê para brincar muito comigo.
De qualquer maneira, foi só um mísero dia de descanso para o papá porque voltámos, logo, ao nosso dia a dia de praia e às minhas brincadeiras com uma nova amiguinha, chamada Catarina, mais velha do que eu cerca de um ano mas disposta à muita brincadeira, que durava enquanto conseguíamos aguentar sem frio, num entra e sai da água constante, sempre acompanhadas dos nossos baldes, regadores e outros utensílios.
De qualquer maneira, foi só um mísero dia de descanso para o papá porque voltámos, logo, ao nosso dia a dia de praia e às minhas brincadeiras com uma nova amiguinha, chamada Catarina, mais velha do que eu cerca de um ano mas disposta à muita brincadeira, que durava enquanto conseguíamos aguentar sem frio, num entra e sai da água constante, sempre acompanhadas dos nossos baldes, regadores e outros utensílios.
Já vos tinha falado da Sofia – a tal do melão – mas, para além da Catarina, com quem espero manter contacto no futuro, estas férias permitiram-me arranjar novas amizades e relembrar outras que já não via há algum tempo, como a Mariana e o Gonçalo, dois “primos emprestados”, filhos duma grande amiga da minha mamã.
Após uma manhã mais cinzenta, a tarde pôs-se solarenga e fomos ter com eles, depois dumas horitas bem passadas numa praia da Fonte da Telha, para acabar a tarde na piscina lá de casa, antes de sairmos para jantar, num restaurante situado numa das praias da linha da Costa da Caparica.
Após uma manhã mais cinzenta, a tarde pôs-se solarenga e fomos ter com eles, depois dumas horitas bem passadas numa praia da Fonte da Telha, para acabar a tarde na piscina lá de casa, antes de sairmos para jantar, num restaurante situado numa das praias da linha da Costa da Caparica.
E, claro está, aproveitámos a areia paredes-meias com o restaurante para nos divertirmos à grande, enquanto os nossos papás jantavam.
Resumindo, e concluindo, foram uns belos dias de férias, que só pecam por ter sido tão poucos e por terem passado tão depressa, que me fizeram muito bem e que m e ajudaram a crescer, em todos os aspectos, além de ter tido a oportunidade de conhecer novas pessoas, novos areais e alguns acessórios de moda novos…
Resumindo, e concluindo, foram uns belos dias de férias, que só pecam por ter sido tão poucos e por terem passado tão depressa, que me fizeram muito bem e que m e ajudaram a crescer, em todos os aspectos, além de ter tido a oportunidade de conhecer novas pessoas, novos areais e alguns acessórios de moda novos…
A Cria
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06 setembro 2008
As nossas férias - 02
Tanta praia, correrias pela areia, banhos e ar puro, tiveram, sempre, duas consequências imediatas.
Por um lado, um apetite devorador que nos levava, sempre, a uns petiscos maravilhosos.
Para mim, foram as férias da descoberta do choco frito, cheio de limão e maionese, da salada de ovas de pescada, dos mexilhões, das lulas grelhadas pelo papá e da caldeirada.
Por um lado, um apetite devorador que nos levava, sempre, a uns petiscos maravilhosos.
Para mim, foram as férias da descoberta do choco frito, cheio de limão e maionese, da salada de ovas de pescada, dos mexilhões, das lulas grelhadas pelo papá e da caldeirada.

Na praia, tinha sempre uma sanduíche à minha espera e/ou umas bolachinhas deliciosas, a que chamam “línguas de veado”, para devorar e partilhar com as novas amizades, humanas e caninas, que fui fazendo.
Sim, porque os coitadinhos dos cães também gostavam das minhas bolachinhas, apesar das chatas das donas dizerem que eles não queriam mais e que estavam a ficar gordos.
Bolachinhas sim, mas fruta não, e, como tal, eu é que comi quase todo o melão da Sofia – uma das novas amiguinhas – perante o ar meio aparvalhado da mamã dela e o ar algo comprometido dos meus papás que já estavam a ficar envergonhados com tamanho à vontade da minha parte.
O pior foi quando acabei com o melão e decidi que, para rematar, o melhor era beber o sumo do melão directamente do “tupperware”… Foi ver a mamã a sair disparada na minha direcção a dizer-me que aquilo não se faz, enquanto se desfazia em desculpas perante a mamã da Sofia.
Caramba… Entendam, duma vez por todas, que estas são as verdadeiras coisas de crianças.
E entendam, também, que com tanta mistela e com a mania de beber água de pois de comer um “gutu”, a diarreia líquida que me assolou durante dois dias foi um dano colateral perfeitamente normal, apesar do cheiro que até a mim me deixava mal disposta, e o pequeno cocó que fiz no fato-de-banho, o único durante todas as férias, foi um mal menor que não consegui, mesmo, conter.
E não se queixem porque eu sei, muito bem, que andaram a fazer altas ceias a altas horas da manhã enquanto eu dormia o meu soninho profundo.
Maionese de pescada, pizzas, ovos mexidos, torradas, sumos, leitinho… Pois, pois…
A segunda consequência imediata foi o cansaço saudável ao fim do dia e que me levava a adormecer ao colinho dos papás ou, simplesmente, toda torcida no sofá, de chucha na boca e agarrada à fralda e ao Ruca.
Um drama, para ser bem realista, porque se adormecia depois da praia, no caminho para casinha, era uma trabalheira para me conseguirem acordar para tomar banho ou jantar.
Uma coisa é certa… Acabado o jantar, o máximo que conseguia aguentar eram alguns minutos de cócegas e brincadeiras com os papás, antes de ferrar a dormir.

Daí termos aproveitado um dos dias que ficámos na praia até mais tarde, nada mais nada menos que até às 7 da tarde, para ir, directamente, jantar com a avó E., enquanto a cadelinha Carolina se entretinha a despedaçar o banco do popó da amiga da avó…
Assim, com tanta diversão, tinha mesmo era que me manter acordada…
A Cria
04 setembro 2008
As nossas férias – 01
Como já se sabe, as férias começaram, verdadeiramente, no dia 15 de Agosto, quando os papás arrumaram as traquitanas todas, encheram o porta-bagagem da carrinha de malas, sacos e saquetas – grande parte por minha causa – e seguimos para Sesimbra.
Daí até ao fim das férias, exceptuando um ou dois dias em que o tempo não esteve grande coisa e um dia que tivemos que vir a Lisboa, a nossa vida passou a ser praia.
Os papás ainda se assustaram, logo no primeiro dia, quando se aperceberam que a minha vontade de ir para dentro de água não era igual à do ano passado nem, tão-pouco, à que já tinha demonstrado este ano na praia do Magoito.
Sol de pouca dura, claro está, porque bastou-me perceber que aquele mar de Sesimbra é o ideal para as minhas brincadeiras para não mais dar descanso aos papás, e nem mesmo algumas quedas redondas dentro de água, com uma ondinha a enrolar-me, me demoveram dos meus propósitos bem dispostos.
Descanso, só mesmo quando os papás viam que eu já estava a tremer de frio e com os lábios roxos e o papá me levava a dar um verdadeiro mergulho, a modos que forçado… Aí, era eu mesma que pedia a chucha e a fralda para descansar um bocadinho debaixo do chapéu-de-sol.
Chapéu-de-sol, diga-se de passagem, indispensável nestas férias, porque os papás não ligaram a ponta dum rabinho aos horários mais ou menos nefastos para estar na praia.
Íamos sempre tarde e a más horas, mas serviram, sem dúvida, o creme com factor máximo de protecção que a mamã me punha, pacientemente, todos os dias e, lá mais para os últimos dias, quando já estava com uma corzinha morenaça, o Piz Buin da mamã com um factor de protecção menor.
A coisa resultou, porque ninguém apanhou escaldões nem nada que se parecesse, e tinha mesmo que resultar porque andávamos sempre dentro de água, de modo a estarmos permanentemente fresquinhos e com as moleirinhas molhadas.
O papá, no entanto, deve ter abusado nos primeiros dias, já que nem sempre andava com a carola molhada, e isso afectou-lhe a moleirinha, de tal modo que, num dos dias, saímos da praia, fomos comprar carninha para fazer um belo dum churrasco e, ao chegar a casa, o tonto do papá esqueceu-se das chaves de casa dentro do popó que, entretanto, já estava a descansar na sombrinha da garagem fechada.
Não deve ser difícil, para quem conhece a família e está a ler esta narrativa, imaginar o que aconteceu quando o papá se apercebeu da embrulhada…
Os três à porta do prédio, com os sacos das compras e das traquitanas da praia às costas, a olhar uns para os outros com um ar meio incrédulo pelo que nos estava a acontecer.
A mamã desesperada com calor, sede e fome e com vontade de atirar com alguma coisa à cabeça do papá;
Eu, sem ligar muito à situação, a cirandar, dum lado para o outro, pela rua fora;
O papá, pachola, a tentar fazer ver à mamã que o que está feito, feito está, e que só tínhamos que arranjar uma solução para entrar na garagem e ir buscar a chave de casinha.
Chaves… Só as da carrinha. As restantes chaves (garagem pela frente, garagem pelas traseiras, casinha e porta do prédio) ficaram todas dentro do popó.
Telemóveis… Em casa, porque férias são férias e os papás nem levaram os ditos para a praia.
Janelas todas fechadas e, mesmo que não estivessem, não adiantava de nada entrar em casinha porque a porta continuava fechada à chave.
Enfim… Uma grotesca e mirabolante conjuntura que ficou resolvida com um telefonema para o avô V., através dum telemóvel dum vizinho que assistia à situação familiar com um sorriso malicioso nos lábios.
Com a avó no hospital, a recuperar duma pequena cirurgia, o avô lá veio jantar connosco e trazer a chave da casota, mas o mais caricato foi que a chave dum outro vizinho, que entretanto chegou a casa, abriu a porta traseira da nossa garagem, poucos minutos antes do avô chegar, vindo, propositadamente, de Lisboa…
A Cria
Daí até ao fim das férias, exceptuando um ou dois dias em que o tempo não esteve grande coisa e um dia que tivemos que vir a Lisboa, a nossa vida passou a ser praia.
Os papás ainda se assustaram, logo no primeiro dia, quando se aperceberam que a minha vontade de ir para dentro de água não era igual à do ano passado nem, tão-pouco, à que já tinha demonstrado este ano na praia do Magoito.
Sol de pouca dura, claro está, porque bastou-me perceber que aquele mar de Sesimbra é o ideal para as minhas brincadeiras para não mais dar descanso aos papás, e nem mesmo algumas quedas redondas dentro de água, com uma ondinha a enrolar-me, me demoveram dos meus propósitos bem dispostos.
Descanso, só mesmo quando os papás viam que eu já estava a tremer de frio e com os lábios roxos e o papá me levava a dar um verdadeiro mergulho, a modos que forçado… Aí, era eu mesma que pedia a chucha e a fralda para descansar um bocadinho debaixo do chapéu-de-sol.
Chapéu-de-sol, diga-se de passagem, indispensável nestas férias, porque os papás não ligaram a ponta dum rabinho aos horários mais ou menos nefastos para estar na praia.
Íamos sempre tarde e a más horas, mas serviram, sem dúvida, o creme com factor máximo de protecção que a mamã me punha, pacientemente, todos os dias e, lá mais para os últimos dias, quando já estava com uma corzinha morenaça, o Piz Buin da mamã com um factor de protecção menor.
A coisa resultou, porque ninguém apanhou escaldões nem nada que se parecesse, e tinha mesmo que resultar porque andávamos sempre dentro de água, de modo a estarmos permanentemente fresquinhos e com as moleirinhas molhadas.
O papá, no entanto, deve ter abusado nos primeiros dias, já que nem sempre andava com a carola molhada, e isso afectou-lhe a moleirinha, de tal modo que, num dos dias, saímos da praia, fomos comprar carninha para fazer um belo dum churrasco e, ao chegar a casa, o tonto do papá esqueceu-se das chaves de casa dentro do popó que, entretanto, já estava a descansar na sombrinha da garagem fechada.
Não deve ser difícil, para quem conhece a família e está a ler esta narrativa, imaginar o que aconteceu quando o papá se apercebeu da embrulhada…
Os três à porta do prédio, com os sacos das compras e das traquitanas da praia às costas, a olhar uns para os outros com um ar meio incrédulo pelo que nos estava a acontecer.
A mamã desesperada com calor, sede e fome e com vontade de atirar com alguma coisa à cabeça do papá;
Eu, sem ligar muito à situação, a cirandar, dum lado para o outro, pela rua fora;
O papá, pachola, a tentar fazer ver à mamã que o que está feito, feito está, e que só tínhamos que arranjar uma solução para entrar na garagem e ir buscar a chave de casinha.
Chaves… Só as da carrinha. As restantes chaves (garagem pela frente, garagem pelas traseiras, casinha e porta do prédio) ficaram todas dentro do popó.
Telemóveis… Em casa, porque férias são férias e os papás nem levaram os ditos para a praia.
Janelas todas fechadas e, mesmo que não estivessem, não adiantava de nada entrar em casinha porque a porta continuava fechada à chave.
Enfim… Uma grotesca e mirabolante conjuntura que ficou resolvida com um telefonema para o avô V., através dum telemóvel dum vizinho que assistia à situação familiar com um sorriso malicioso nos lábios.
Com a avó no hospital, a recuperar duma pequena cirurgia, o avô lá veio jantar connosco e trazer a chave da casota, mas o mais caricato foi que a chave dum outro vizinho, que entretanto chegou a casa, abriu a porta traseira da nossa garagem, poucos minutos antes do avô chegar, vindo, propositadamente, de Lisboa…
A Cria
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