06 abril 2007
Contagem decrescente VI
Parabéns

05 abril 2007
Fala o Anjinho da Guarda - I
Chegámos ao hospital por volta das 2 da manhã e voltámos a casota às 4, depois de mais um CTG.
Aí, o casalinho ainda dormitou um pouco, especialmente o pai, antes de seguir, novamente, para o hospital por volta das oito e meia, já que a mamã continuava com dores.
Só que foi o caos… A esta altura, aconteceu o mais inesperado e insólito… Algo que acabou por assumir proporções de verdadeira calamidade!
O desespero era tal que já andava pela casinha a chorar, enquanto procurava pelas malditas chaves!
Assim sendo, decidiu telefonar ao pai e pedir-lhe a outra carroça para podermos ir para o hospital, e tudo isto com a futura mamã a começar a gemer com dores.
Devo dizer que eu (o anjinho) tenho alguma culpa no cartório… Claro está que eu sabia onde estava a dita chave, mas as ordens superiores eram para não dizer nada, já que este era mais um teste para o casal.
Quando a segunda carroça ficou disponível, seguimos para Lisboa e, claro está, o trânsito era mais que muito, o que levou o futuro papá a ligar os quatro piscas, e a mostrar os dotes de condução pelo meio do trânsito de modo a chegar o mais rapidamente possível ao hospital…
Ao chegar ao hospital, a mãe foi logo vista por um médico bastante simpático, de sua graça N.C., que, depois de mais um CTG e alguns testes, a decidiu internar.
Ou seja, por volta das 11 da manhã, e já acompanhada pela “cunha” que tínhamos em Santa Maria, a mamã deu entrada na Zona de Partos, onde ficou num quarto sozinha na zona de dilatação.
Levou logo com um soro e foi ligada a outro aparelho de CTG, de modo a monitorizar as possíveis contracções e o ritmo cardíaco da bebé.
A partir daqui, as horas da futura mamã foram muito chatas e difíceis de passar, sempre com muitas dores embora não tivesse contracções.
O tempo foi passando e, a partir das 15 horas, a equipa médica decidiu dar mais um soro à mãe. Desta vez, o soro P1 que provoca as contracções… Ou seja, os médico optaram por induzir o parto, já que a Joaninha estava já com a cabeça encaixada e pronta para sair.
Só que aquela treta não deu em nada… O maldito do soro que, supostamente, faz efeito após seis horas, não pegou e a situação continuou na mesma.
E o dia passou-se nesta indecisão… Muitas dores e nada!
Por volta das onze da noite, o casal decidiu que era melhor o papá ir até casota para dormitar umas horas, enquanto a mãe ficava no hospital.
E assim foi… O futuro papá meteu-se no carro e foi até casa, meio triste e cheio de saudades.
Quanto a mim (o anjinho), fiquei no hospital a acompanhar, de perto, a situação.
Falso apelo
Assin. - A Cria
Anjo da Guarda
Durante a gravidez da minha querida mulher, o Anjo da Guarda da Joana (meu pseudónimo) escreveu um livrinho, nunca editado, intitulado “Crónicas Duma Gravidez Anunciada”.
Hoje, o Anjinho continua presente na vida da Joana, mas delegou nos pais a árdua tarefa de escrever sobre o crescimento da cria.
Como fiquei com metade dos direitos de autor em relação à dita prosa, achei por bem agarrar em alguns episódios e colocá-los aqui, no Traquina e Irrequieta, de maneira a melhor documentar os momentos por que passámos antes, e aquando, do nascimento da nossa filha.
Os posts terão o sugestivo título de “Fala o Anjinho da Guarda”…
Contagem decrescente V
Contagem decrescente IV
Há um ano atrás, por volta da uma e meia da manhã, fomos para o hospital, com a mamã cheia de dores, fruto duma contracção contínua que persistia em não dar tréguas.
Foi o primeiro falso alarme e voltámos para a casota.
04 abril 2007
Gostamos de cuscar
Apelo
Como não é fácil obter informações a nível nacional, resta-me a Internet para adquirir um conhecimento mais profundo que me ajude a lidar com esta doença, pois mesmo em Lisboa a única ajuda que me foi facultada foi de uma associação (mais concretamente a Associação de Retinopatias de Portugal), associação essa que também padece do problema de falta de apoio, pois é uma entidade privada.
O grande objectivo deste mail é tentar arranjar maneira de contactar, pessoalmente, familiares ou amigos dessas pessoas que sofram da mesma ou semelhante doença, para fazer um rastreio, com um único pensamento: difundir e trocar informações acerca desta doença.
POR FAVOR divulguem este mail pelos vossos contactos e/ou se tiverem conhecimento pessoal de um caso semelhante, agradecia que me contactassem:
rgoncalves@ruralinf.pt
MUITO E MUITO OBRIGADO
Rui Gonçalves”
Nota - Também publicado no Blog do Papá
ESTE APELO É CÓCÓ!
Contagem decrescente III
03 abril 2007
Gostamos de cuscar
- Já estamos no activo, de novo, n’O Nosso Primeiro Bebé
- Nem queria acreditar, no Patanisca Matilde
- Bolas, hoje custou mais…, no Sol da Minha Vida, Sol de Outubro
- Um valente susto, no Um Amor Maior