30 maio 2007

Nasceu a Pipoquinha Inês

Já comentámos, algures neste nosso espaço familiar, que, além dos blogs doutros bebés e respectivos papás, iríamos acompanhar algumas gravidezes, cuidadosamente seleccionadas, pelo prazer especial que temos em relembrar a nossa gravidez.

Uma dessas gravidezes chegou ao fim e a Inês já nasceu!

Para ti, Inês, ficam os nossos desejos de que cresças saudável, rodeada de mimos, amor e carinho que os teus papás te vão, com certeza, proporcionar.

Para os papás, os votos de que aproveitem todos os momentos únicos que esta nova etapa das vossas vidas vos vai trazer.

Para os três, ficam os votos de que sejam uma família tão feliz e unida como esta que, agora, vos dá os PARABÉNS!

29 maio 2007

Mais uma ocasião especial

Ontem os papás comemoraram três anos e meio de casados…

Apesar do papá ter estado fora quase todo o dia, a tratar de papeladas e de alterações de contratos, nada melhor, para celebrar, do que a prenda que ofereceram um ao outro, uma casinha nova, e termos ficado os três juntinhos a fazer arrumações.

Parabéns, papás, e…

Adoro-vos!
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Viva a desarrumação

O fim-de-semana passado foi dedicado, única e exclusivamente, à mudança da casinha e, de repente, fiquei indignada, curiosa, aflita e surpreendida com tudo o que via à minha volta.

De repente, vi o meu querido quarto ficar de pantanas, com a minha bonecada toda atirada para dentro do parque, juntamente com uma data de roupa dos papás, a minha cómoda sem gavetas, o armário sem nada lá dentro e as paredes sem quadros e sem as minhas fotografias favoritas.

De dedo espetado a apontar para tudo, juntei as beiças, virei-me para os papás e balbuciei os meus “ú-ú-ú”, que é uma nova mania que tenho, cada vez que quero dizer ou perguntar alguma coisa.

Lá me foi explicado que era chegada a hora de largar a casinha e passar para o “palacete”.

O Domingo foi o grande dia, e passei horas ao colinho da tia Joana, enquanto nos entretínhamos a ver os papás e o tio Paulo a carregarem com moveis, caixinhas e caixotes, gavetas cheias de roupa, computadores, copos e panelas e um sem número de pequenas tralhas que os papás já nem sabiam que tinham.

Tudo despejado para a casota nova e, em particular, para o meu novo quarto…

Ou seja, no Domingo dormi na minha caminha, sim e com certeza, mas no meio duma desarrumação que não lembrava ao diabo e que me levou a pensar se os papás me encontrariam, com relativa facilidade, caso fosse necessário.

Agora, o meu quarto já está todo arrumadinho e tive o privilégio de ser a primeira lá de casa a ver o meu espaço ordenado.

Agora, decidi ajudar os papás a “arrumar” o resto da casota e, cada vez que passo por alguma coisa que me parece estar fora do sítio, decido levá-la comigo (leia-se à minha frente, enquanto gatinho) e colocá-la onde me parece melhor, especialmente coisas pequenas e roupas.

Só ainda não percebi porque é que os papás desatam logo a berrar comigo para que eu fique quieta…

Viva a desarrumação!
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25 maio 2007

Estamos por cá…

… se bem que este nosso espaço familiar está a modos que em repouso forçado.

Tudo porque os meus papás andam meio alucinados com esta coisa da mudança de casota e, entre arrastar móveis, empilhar pratos, tratar dos registos, escrituras e alterações de contratos e andar atrás de mim, para se certificarem que não vou empacotada, por engano, em nenhum caixote, a falta de tempo tem-se feito notar.

Está quase tudo pronto para que, durante este fim-de-semana que se avizinha, a mudança se concretize e a nossa vida diária comece a voltar à normalidade.

Bom fim-de-semana a todos.

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21 maio 2007

Gostamos de cuscar

Por hábito, não é muito normal comentar ou linkar blogs adultos, políticos e afins neste nosso espaço familiar.

Esta é uma das excepções à regra que descobrimos num dos blogs que o papá visita frequentemente.

- Quando ouviu falar nos candidatos a Lisboa..., no Lóbi do Chá

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Fim-de-semana

Em poucas palavras, o fim-de-semana resume-se à tremenda constipação que está a deixar o papá de rastos e ao começo da loucura que é, pelos vistos e porque eu fico sossegadinha no meu canto, a mudança de casa.

Foi uma azáfama a que nunca tinha assistido, com os papás a transportarem caixas e mais caixas, e a nossa casota a ficar completamente “nua”, excepto, claro está, o meu quarto que vai ficar para último.

Ainda tentei ajudar, levando à minha frente, enquanto gatinho, alguns dos meus bonecos mas, depois de me distrair com o meu saco de bebé, onde a mamã guarda todas as minhas coisas, e ter rasgado meia dúzia de folhas do meu caderno diário da escolinha, o papás optaram por me enfiar na cama e evitar que eu fizesse mais das minhas traquinices.

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18 maio 2007

Até sair de casa…

O papá acorda-me, gentilmente, e leva-me para a mamã que, ainda meio a dormir, me dá o biberão matinal.

Depois, o papá leva-me de volta para a caminha, enquanto ele vai preparar as minhas coisas para o infantário e a mamã vai tomar banho.

Passado um bocadinho, é hora de mudar a fralda e vestir para, aí sim, começar, verdadeiramente, o meu dia…

Já vestida e de dentolas escovadas, é altura de andar, agarrada às paredes ou a gatinhar, atrás dos meus papás, durante a azáfama matinal, e acompanhá-los enquanto engolem, à pressa, o pequeno-almoço.

Enquanto isso, ainda tenho tempo para dar um saltinho até à aparelhagem e dar-lhe umas porradas até que saia uma qualquer música que me permita dançar um bocadinho.

Depois, “corro” para a porta e o papá dá-me a chave para a mão que, feita entendida na matéria, tento introduzir em todos os sítios menos na fechadura.

Finalmente, a porta abre-se e lá vou eu, toda pimpona, à descoberta de mais um dia…

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Sete coisas

O desafio veio da Scas, e aqui ficam as respostas do Papá…

UmSete coisas que tenho que fazer antes de morrer (e estou confiante de que esse dia ainda está longe)

- Continuar a zelar, sempre, pela felicidade da minha família
- Visitar os países que me deixam curioso
- Voltar a fazer surf
- Conseguir o euro-milhões
- Repor a justiça em determinados episódios injustos da minha vida
- Ajudar, verdadeiramente, alguém necessitado
- Arranjar mais tempo para fazer o que, verdadeiramente, gosto

DoisSete coisas que mais digo

- “Que grande porra!”
- “Adoro-te muito!” – Para a minha alma gémea
- “Então, meu?” – Para os amigos
- “Não sei se dá para ir jantar” – Para um amigo especial
- “Ai, ai, ai, ai, ai…” – A célebre expressão do filme “Os deuses devem estar loucos”
- “E mais…”
- “Olha que fino!”

TrêsSete coisas que faço bem

- Manter a calma
- Cozinhar (de acordo com o que diz a minha mulher)
- Analisar, friamente, as situações com que me deparo
- Guiar
- Poupar (sempre que é possível)
- Escolher perfumes para a minha mulher
- Coordenar

QuatroSete coisas que não faço

- Arrotar propositadamente
- Sair de casa sem tomar o pequeno-almoço
- Mentir
- Trair
- Acompanhar, fanaticamente, o campeonato nacional de futebol
- Prometer e não cumprir
- Ir para a cama sem, primeiro, beber um copo de leite

CincoSete coisas que me encantam

- A maneira de ser da minha alma gémea
- Praia
- Viajar (infelizmente nem sempre possível)
- Natureza (em especial, o reino animal)
- Guiar
- Bebés
- A vida familiar

SeisSete coisas que odeio

- Faltas de respeito
- Mentira
- Traição
- Sentir-me adoentado
- Condutores a 60 à hora na faixa da esquerda das auto-estradas quando têm a faixa da direita livre
- Serviço de saúde público
- Lixo amontoado fora dos contentores

SeteSete pessoas para fazer este jogo

Nota importante – Nesta coisa dos blogs, dá para ir percebendo, nem que seja um pouco, sobre a maneira de ser de quem escreve nos espaços que, diariamente, vamos lendo.

No caso dos “baby-blogs”, a grande maioria dos espaços que vou conhecendo são da autoria das mães.

Ora, como homem e, sobretudo, como pai, a minha “curiosidade” dirige-se mais para saber sobre os meus homólogos e, daí, lançar-lhes este desafio.

Estou certo que as mamãs compreenderão e conto com a vossa preciosa ajuda para convencerem os vossos respectivos de quem, pouco ou nada, se ouve falar nestes espaços dedicados às nossas pequenas crias.

Ainda assim, compreendo que alguns pais não queiram entrar nesta brincadeira e que sejam as mães a responder.

Para esses casos, aqui fica mais uma coisa que costumo dizer… “Se der, deu; se não der, não deu.”


- A minha mulher
- O pai da Becas
- O pai do Francisco
- O pai do João Pedro
- O pai da Mi
- O pai do mirtilo
- O pai da pipoca

16 maio 2007

Alegria matinal

Enquanto a mamã acabava de tomar banho, o papá começou o árduo trabalho que é mudar-me a fralda e vestir-me para ir para a escolinha.

Hoje, como boa traquina que sou, tinha uma agradável surpresa para ele e fiz um daqueles cocós, que não lembram a ninguém, e um grande chichi que saiu fralda fora, passou pelo pijaminha e molhou a cama.

Tinham que ver o ar de pânico do papá, a olhar para mim com um ar desesperado e sem saber o que fazer, qual papá inexperiente.

A solução encontrada acabou por ser simples e, confesso, do meu agrado, já que o papá nem se deu ao trabalho de me tirar nem o body nem a fralda e levou-me directamente para a banheira.

Ao entrar na casa de banho, comecei a rir quando vi a cara da mamã, de tão surpreendida como, à semelhança do papá, desesperada com o que viu e com o cheiro que saía do meu rabinho.

Nem vos digo o quanto me soube bem este banho matinal e os berros de alegria que mandei… Acho que acordei o prédio todo.

Nota – O papá queria que o título deste post fosse “cagada matinal” mas eu não deixei…

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14 maio 2007

Licenças de maternidade

Lemos, n’O Meu Bebinho, um post e outro post sobre os períodos de licença de maternidade, em vigor noutros países, que nada têm a ver com a realidade que se vive em Portugal, onde as mamãs têm os parcos quatro meses em casa com as crias ou, opcionalmente, os cinco meses com 80% da remuneração.

O Traquina e Irrequieta começou há pouco mais de quatro meses, já a Joana estava plenamente integrada no infantário que a acolhe diariamente, e, por isso, nunca escrevemos sobre esses primeiros tempos de vida activa da pequena criatura nem sobre a nossa fácil decisão de a levar a frequentar uma escola, logo aos cinco meses, uma vez que ambos trabalhamos e o que tem que ser tem muita força.

Logicamente, se pudéssemos, teríamos, na altura, ponderado manter a Joana em casa durante mais uns meses mas, verdade seja dita, hoje já pensaríamos duas vezes.

E pensaríamos duas vezes pelo simples facto de que percebemos que a vida no infantário e a convivência com outras crias da mesma idade ajudou, sobremaneira, no crescimento e no desenvolvimento da Joaninha.

A verdade é que as crianças se tornam mais expeditas, ao desenvolverem determinados aspectos, tanto físicos como psicológicos, e mais resistentes a determinadas maleitas que, por vezes, surgem nestas tenras idades.

A verdade é que, no caso da nossa filha, notámos diferenças no seu comportamento e na maneira de lidar com outras crianças e com os adultos, especialmente, ao observar, à laia de comparação, o comportamento de outras crias que, com a mesma idade, ainda estavam em casa.

E dizemos isto sem qualquer tipo de “puxa a brasa à minha sardinha”.

Quatro meses é, manifestamente, pouco e cinco meses, auferindo do subsídio de quatro, não é para todos, já que nem todas as famílias se podem dar ao luxo de perder um mês de ordenado.

O ideal andaria, na nossa modesta opinião, algures entre os 8 e os 10 meses, sendo que o subsídio de chamem-lhe lá o que lhe quiserem chamar, esse sim, dever-se-ia prolongar pelos tais dois anos e meio ou três anos.

Mais uma cabeçada

Assim como quem não quer a coisa, e por artes malabaristas que ainda estamos a tentar perceber, a pequena cria escapuliu-se por entre as pernas da mamã, enquanto esta se debatia, arduamente, para lhe vestir o casaco, fez uma espécie de pirueta e caiu, desamparada no meio do chão.

A cabeçada que deu na pedra do hall de entrada doeu mais aos papás do que à própria da filha que, ainda assim, berrou como gente grande, quanto mais não seja, pelo susto que apanhou.

Festarola

Mais um fim-de-semana de descanso, já que, uma vez que as coisas continuam atrasadas em relação à data da escritura da nova casota, os papás decidiram não fazer nada em relação às mudanças.

Este descanso só foi, com todo o prazer, interrompido para irmos à festa de anos da filha mais nova do meu padrinho. E que festa…

Além dos adultos do costume, era só criançada a correr e a berrar dum lado para o outro, muito ocupados com jogos e mais jogos que foram, cuidadosamente, preparados pelos mais velhos.

Quanto a mim, ainda muito pequenina para participar nas andanças de crianças com onze anos, deliciei-me nos braços da tia que tem o mesmo nome que eu e do respectivo namorado.

Foram eles que, cheios de paciência e como quem vai treinando para o futuro, me deram o jantar (sopa, strogonof e uma tarte cheese cake que estava uma maravilha) e brincaram mais tempo comigo, ainda que, no entretanto, lá tenha tido que fazer as honras da casa e levar com uma data de beijos, alguns cheios de baba, enquanto ia passando de colo em colo.

Uma coisa que já deu para perceber é que começa a haver uma certa afinidade entre mim e a tia Joana, o que deixa os papás tranquilos, por um lado, e apreensivos, por outro, já que, com os meus dotes de dançarina (que ficaram muito bem patentes durante este fim-de-semana), os papás já me estão a ver a acompanhar a tia nas suas incursões nocturnas pelas discotecas da moda.

Assin. – A Cria