Ontem morreu Luciano Pavarotti, um senhor que cantava muito bem, que andava, como eu e muitas outras crias, sempre agarrado a uma fralda e que, confesso, nunca tinha ouvido cantar.
Já depois do jantar, os papás ligaram a televisão e deram de caras, precisamente, com um programa sobre a vida da famosa criatura que, pelos vistos, encantou o mundo com a voz espectacular que tinha.
E encantou-me a mim, também, já que fiquei especada a ouvir e, ao contrário do que é costume, não esbocei qualquer som, como faço quando parece que quero cantar e acompanhar a musiqueta que oiço, nem me pus a dançar.
Simplesmente, fiquei, impávida e serena, a ouvir.
Os papás dizem que é bom sinal, sinal de que tenho bom gosto pela música e que sou capaz de apreciar diversos estilos musicais à excepção, talvez, deste bum bum bum que está tão em voga nos dias que correm.
Voltando ao senhor Pavarotti, e porque este nosso espaço familiar também serve para tratar de assuntos sérios e não se limita só às minhas irrequietudes e traquinices, fui buscar ao blog do papá o post que ele escreveu sobre o tenor e decidi publicá-lo também no Traquina e Irrequieta, em jeito de singela homenagem.
Assin. - A Cria
Já depois do jantar, os papás ligaram a televisão e deram de caras, precisamente, com um programa sobre a vida da famosa criatura que, pelos vistos, encantou o mundo com a voz espectacular que tinha.
E encantou-me a mim, também, já que fiquei especada a ouvir e, ao contrário do que é costume, não esbocei qualquer som, como faço quando parece que quero cantar e acompanhar a musiqueta que oiço, nem me pus a dançar.
Simplesmente, fiquei, impávida e serena, a ouvir.
Os papás dizem que é bom sinal, sinal de que tenho bom gosto pela música e que sou capaz de apreciar diversos estilos musicais à excepção, talvez, deste bum bum bum que está tão em voga nos dias que correm.
Voltando ao senhor Pavarotti, e porque este nosso espaço familiar também serve para tratar de assuntos sérios e não se limita só às minhas irrequietudes e traquinices, fui buscar ao blog do papá o post que ele escreveu sobre o tenor e decidi publicá-lo também no Traquina e Irrequieta, em jeito de singela homenagem.
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Aos 71 anos, morreu, vítima dum cancro no pâncreas, aquele que era considerado, com toda a justiça, o maior tenor do mundo.
"Ave Maria"

Em 1998, juntou-se a José Carreras e Plácido Domingo para um mega concerto, também transmitido a partir da Torre Eiffel, que ficou conhecido pelo concerto dos Três Tenores.
Alguém houvesse que não conhecesse o famoso tenor, passou, com certeza, a conhece-lo, quando Pavarotti, não ligando às inúmeras críticas que lhe foram endereçadas, lançou o projecto humanitário “Pavarotti and friends” onde cantou, em dueto, com nomes como Bono, Sting, Joe Cocker, Mariah Carey, Simon LeBon, Brian Adams e Andrea Bocelli, entre outros.
Luciano Pavarotti morreu às primeiras horas de hoje.
Fica o precioso legado de quem um dia disse “Penso que uma vida dedicada à música é uma vida maravilhosamente empregue, e é a essa vida que me dedico”.
Fica o precioso legado de quem um dia disse “Penso que uma vida dedicada à música é uma vida maravilhosamente empregue, e é a essa vida que me dedico”.
1 comentário:
Assino por baixo... Até choraminguei...
Beijinhos.
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